O restaurante Leopoldina, no recém-inaugurado hotel Solar do Império, em Petrópolis, conta com receitas contemporâneas e mistura de sabores. O cardápio é assinado pela chef Claudia Mascarenhas, que traz no currículo experiências significantes - morou em Portugal, foi dona de uma creperia em Nova Iorque, comandou a cozinha do restaurante carioca Guimas e abriu sua própria casa no Rio, em 1999, o Sítio Arqueológico.
Uma das mais recentes invenções da chef presta uma homenagem à Carmem Miranda e coloca o restaurante em clima de carnaval até o dia 28 de fevereiro. Como uma alusão ao famoso documentário biográfico da artista, o menu Bananas is my business? será a atração da casa durante esse período.
Quem optar pelo cardápio temático pode começar com a entrada O que é que a baiana tem?, preparada com folhas verdes, camarões empanados com coco e servida com vinagrete de geléia de pimenta.. Elaborado com steak elaborado com steak com molho BBQ e Baked Potato recheada, o prato principal foi chamado de "Disseram que voltei americanizada". Para arrematar, a sobremesa: o Crepe Carmem Miranda, com frutas tropicais e calda de chocolate.
Com o objetivo de oferecer gastronomia de qualidade e eventos culturais aos seus clientes, em paralelo à refeição temática, o documentário "Bananas is my business", uma produção de caráter biográfico e ficcional sobre Carmem Miranda, será exibido no salão do hotel Solar do Império, onde fica o restaurante. Depois da exibição, os cineastas Helena Solberg e David Meyre comandam um debate sobre o filme. Para servir a platéia, a chef montou um open bar com drinks tropicais e petiscos no próprio salão que abrigará o evento.
Quem preferir, pode apreciar os destaques do cardápio tradicional, inspirado na temporada em que a chef passou em Portugal: o Bacalhau Pensado na Cama que, apesar do nome irreverente, é um prato sofisticado. "Ele foi realmente ´pensado na cama´, num domingo. Eu não sabia o que fazer para o almoço e comecei a elaborar a receita junto com o meu marido!".
Já as receitas contemporâneas - como o salmão em crosta de gergelim e pato com panquequinhas de batata e molho Teriaki de cachaça - têm influências da época em que a chef morou em Nova Iorque. Clássicos brasileiros reinventados incrementam o menu, como o picadinho de mignon guarnecido com flã de parmesão. Para finalizar, uma boa pedida é a sobremesa merengues com morangos.
A casa conta também com uma adega, supervisionada pela própria chef e por seu marido, Domingos Mascarenhas. A carta de vinhos oferece rótulos franceses, portugueses, espanhóis, chilenos, italianos, uruguaios, argentinos e nacionais.
Foto: Divulgação